"Temer avisa que está pronto para encerrar intervenção e votar PEC da Previdência"
24/10/2018 21:16 — Últimas
"Ministro Carlos Marun diz que governo aguarda sinal verde do futuro presidente para mobilizar deputados e pôr reforma em votação. Militares estão cientes de que intervenção pode acabar logo"
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"O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou que, sem apoio do novo presidente, não há como mobilizar o Congresso a mudar regras de aposentadoria. Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil"[/caption]
Está madura no Palácio do Planalto a ação para tentar aprovar ainda este ano a reforma da Previdência. Vai depender, nas palavras do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, da vontade do presidente eleito no próximo domingo (28).
Segundo o ministro, o presidente Michel Temer já conversou com os militares e está acordado que a intervenção federal do Exército no Rio de Janeiro será suspensa para possibilitar a votação do texto da Previdência, se assim desejar Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT). A Constituição veda mudanças no texto constitucional – caso de uma reforma previdenciária – durante vigência de intervenção federal.
"Gostaríamos de ver essa reforma aprovada. É imprescindível para o país. Com uma sinalização positiva do eleito, a chance de o texto passar será reforçada. Não adianta esperar sinais. É preciso que quem for eleito expresse com clareza seu pensamento. Sem apoio do novo presidente, uma questão com a envergadura de uma reforma da Previdência, não se aprova. Nem desejaríamos isso. Será preciso a manifestação do eleito para se avançar", disse Marun, que integrará a equipe de transição pelo lado do governo.
A PEC da reforma da Previdência hoje está parada na Câmara dos Deputados. "Estamos dispostos inclusive a suspender a intervenção, apesar do êxito que está tendo. O presidente Temer já deu esse aviso aos militares".
"O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou que, sem apoio do novo presidente, não há como mobilizar o Congresso a mudar regras de aposentadoria. Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil"[/caption]
Está madura no Palácio do Planalto a ação para tentar aprovar ainda este ano a reforma da Previdência. Vai depender, nas palavras do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, da vontade do presidente eleito no próximo domingo (28).
Segundo o ministro, o presidente Michel Temer já conversou com os militares e está acordado que a intervenção federal do Exército no Rio de Janeiro será suspensa para possibilitar a votação do texto da Previdência, se assim desejar Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT). A Constituição veda mudanças no texto constitucional – caso de uma reforma previdenciária – durante vigência de intervenção federal.
"Gostaríamos de ver essa reforma aprovada. É imprescindível para o país. Com uma sinalização positiva do eleito, a chance de o texto passar será reforçada. Não adianta esperar sinais. É preciso que quem for eleito expresse com clareza seu pensamento. Sem apoio do novo presidente, uma questão com a envergadura de uma reforma da Previdência, não se aprova. Nem desejaríamos isso. Será preciso a manifestação do eleito para se avançar", disse Marun, que integrará a equipe de transição pelo lado do governo.
A PEC da reforma da Previdência hoje está parada na Câmara dos Deputados. "Estamos dispostos inclusive a suspender a intervenção, apesar do êxito que está tendo. O presidente Temer já deu esse aviso aos militares".